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domingo, 26 de outubro de 2008

Palmas para o Brasil!

Esse país merece muitas palmas! Com suas leis abusurdas. Onde elas foram feitas apenas para atender uma menoria de pessoas. Hj até q fim termina essa coisa de eleição. De 2 em 2 anos é sempre a msm coisa, msm sujeira. Os caras sabem o podre uns dos outros, mas só soltam quando é covinente para eles, ou seja na época eleitoral. Usam como bombas e se dizem salvadores da moral e da ordem. Tudo conversa pra boi durmir. Temos culpa nesse história pq votamos naqueles q vão dar algo em outra pra nosso umbigo e não para um bem maior que seja o povo. Pensamos apenas em si msm e não no coletivo.  Voltando para as leis. Como um candidato q tem a ficha suja fica possibilitado de ser candidato ao cargo mais importante do meu munícipio e eu se deixar de votar uma vez fico impossibilitado de participar de um concuros público. Axo q tem algo muito tosco nisso não? Vamos pensar um pouco mais sobre as coisas q fazemos, vamos pensar mais no bem coletivo e não apenas em nós msm.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Sentimentos Efêmeros

Não quero mais sentir isso!
Quero algo que realmente dure
Algo que eu possa encontrar 
Naquele sorriso que nunca esquecerei
O beijo onde ainda sinto teus
Lábios enconstados no meu
O calor da mão que ainda 
Sinto na minha
E os dedos que ainda estão
Entrelaçados com os meus
Os passos na areia da praia
Que nem o mar apagará

*Ainda incompleto

Fabrício Lélis

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Mais uma de One Tree Hill

"As pessoas sempre partem.... As vezes a dor se torna uma parte grande da sua vida que você espera por ela sempre porque você não consegue lembrar a parte de sua vida sem ela.
Mas um dia, você sente algo a mais. Algo que você sente errado so porque não é familiar e esse momento você percebe que você é feliz.
A felicidade vem em muitas formas. Na companhia de bons amigos, no que se sente quando realiza o sonho de alguém, ou na promessa de esperança renovada. Esta tudo bem em deixar-se ser feliz. Porque você nunca saberá quão rápida essa felicidade irá durar."

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Quando chega o fim?

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu... Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora... Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto, às vezes ganhamos, e às vezes, perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa (nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade). Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és.
(Adaptação do texto de Sônia Hurtado traduzido por Paulo Coelho )

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Amor: difícil e fácil ao mesmo tempo!

Amor que é amor dura a vida inteira. Se não durou é porque nunca foi amor.
O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até às traições. Sem perdão não há amor. Diga-me quem você mais perdoou na vida, e eu então saberei dizer quem você mais amou.
O amor é equação onde prevalece a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha
você olha nos olhos dele e diz: "Mesmo fazendo tudo errado eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que sou se você não estiver por perto."
O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração que sozinhos jamais poderíamos enxergar.
O poeta soube traduzir bem quando disse: " Se eu não te amasse tanto assim, talvez perdesse os sonhos dentro de mim e vivesse na escuridão. Se eu não te amasse tanto assim talvez não visse flores por onde eu vi, dentro do meu coração!"
Bonito isso. Enxergar sonhos que antes eu não saberia ver sozinho. Enxergar só porque o outro me emprestou os olhos , socorreu-me em minha cegueira. Eu possuia e não sabia. O outro me apontou, me deu a chave, me entregou a senha.
Coisas que Jesus fazia o tempo todo. Apontava jardins secretos em aparentes desertos.
Na aridez do coração de Madalena, Jesus encontrou orquídeas preciosas. Fez vê-las e
Fez vê-las e chamou a atenção para a necessidade de cultivá-las.
Fico pensando que evangelizar talvez seja isso: descobrir jardins em lugares que consideramos impróprios.
Os jardineiros sabem disso. Amam as flores e por isso cuidam de cada detalhe, porque sabem que não há amor fora da experiência do cuidado.
A cada dia, o jardineiro perdoa as suas roseiras. Sabe identificar que a ausência de flores não significa a morte absoluta, mas o repouso do preparo. Quem não souber viver o silêncio da preparação não terá o que florir depois...
Precisamos aprender isso. Olhar para aquele que nos magoou, e descobrir que as roseiras não dão flores fora do tempo, nem tampouco fora do cultivo.
Se não há flores, talvez seja porque ainda não tenha chegado a hora de florir. Cada roseira tem seu estatuto, suas regras...
Se não há flores, talvez seja porque até então ninguém tenha dado a atenção necessária para o cultivo daquela roseira.
A vida requer cuidado. Os amores também. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas...
Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá que saber que com ela vão inúmeros espinhos.
Mas não se preocupe. A beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos... ou não.

Padre Fábio de Melo

domingo, 27 de julho de 2008

Mais uma de One Tree Hill

A maior parte da nossa vida é uma série de imagens.
Elas passam pela gente como cidades numa estrada.
Mas Algumas vezes um momento se congela e algo acontece.
E nós sabemos que esse instante é mais do que uma imagem.
sabemos que esse momento e todas as partes dele irá viver para sempre.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Acreditar é preciso

Por mais que a dor seja grande, por mais que o mundo parece ter esquecido de você. Que o mundo não pareça dar voltas, nossas vidas pareçam estar presas dentro de um museu. Acreditar sempre é importante. Sempre se manter confiantes e nunca desistir dos nossos sonhos. Colocar todas as nossas forças naquilo que acreditamos e sempre da maneira correta, nunca sendo injustos e egoístas.

"Dentro da noite que me cobre
Negra como as Profundezas, de um pólo ao outro,
Agradeço aos deuses, se é que existem,
pela minha alma indômita.
Nas garras ferozes das circunstâncias
Não me encolhi, nem fiz alarde do meu pranto.
Golpeado pelo acaso,
Minha cabeça sangra, mas não se curva.
Longe deste lugar de ira e lágrimas
Só assoma o Horror da sombra,
Ainda assim, a ameaça dos anos
Me encontra, e me encontrará sempre, destemido.
Não importa quão estreita seja a porta,
Quão profusa em punições seja a lista,
Sou o mestre do meu destino.
Sou o capitão da minha alma."


William Ernest Henley

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Pensamento do dia!

Henry Wadsworth Longfellow escreveu:
"Todos são arquitetos do destino, vivendo nestas paredes de tempo, então não se lamente pelo passado. Ele não voltará de novo"

domingo, 13 de julho de 2008

Aprender a esquecer

"Esquecer é uma forma de aprender. Parece estranho, mas é verdade. Sempre que me esforço para esquecer alguma coisa, de alguma forma eu me exercito nos horizontes do aprendizado.
Esquecer faz bem. É uma forma de abrir espaços para as novidades que ainda estão por chegar em nossas vidas. Já pensou se ainda estivéssemos parados nas primeiras lições da escola?
De alguma forma elas caíram no esquecimento, mas estão na síntese de tudo o que aprendemos pela vida a fora. Aprendizados são alicerces que se perdem da memória, mas não fogem de nós. O esquecimento se encarrega de resguardar o essencial... preserva a memória do cansaço que gera o constante lembrar... mas guarda para quando for necessário.
É bom esquecer o que não foi bom, o que doeu, o que fez sofrer, mas vez ou outra a memória resgata a informação esquecida e a transmuda em aprendizado que vale à pena. A dor, distante da hora em que doeu, torna-se uma tradução bonita do que chamamos maturidade.
Hoje eu quero esquecer o que não foi bom, e um recurso que me auxilia nesta tarefa é relembrar alegrias passadas.
Dois pensamentos não podem ocupar o mesmo lugar na mente. É só uma questão de escolha...
Hoje, neste momento em que a vida me parece difícil eu quero é me prender nos olhos de Jesus, que sorrindo, vive a repetir que me ama...
É bom esquecer o que não foi bom, o que doeu, o que fez sofrer,
É bom esquecer o que não foi bom, o que doeu, o que fez sofrer,
É bom esquecer o que não foi bom, o que doeu, o que fez sofrer,
A dor, distante da hora em que doeu, torna-se uma tradução bonita do que chamamos maturidade."
Por Padre Fábio de Melo.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

O INACABADO QUE HÁ EM MIM.

"Eu me experimento inacabado. Da obra, o rascunho. Do gesto, o que não termina.
Sou como o rio em processo de vir a ser. A confluência de outras águas e o encontro com filhos de outras nascentes o tornam outro. O rio é a mistura de pequenos encontros. Eu sou feito de águas, muitas águas. Também recebo afluentes e com eles me transformo,
O que sai de mim cada vez que amo? O que em mim acontece quando me deparo com a dor que não é minha, mas que pela força do olhar que me fita vem morar em mim? Eu me transformo em outros? Eu vivo para saber. O que do outro recebo leva tempo para ser decifrado. O que sei é que a vida me afeta com seu poder de vivência. Empurra-me para reações inusitadas, tão cheias de sentidos ocultos. Cultivo em mim o acúmulo de muitos mundos.
Por vezes o cansaço me faz querer parar. Sensação de que já vivi mais do que meu coração suporta. Os encontros são muitos; as pessoas também. As chegadas e partidas se misturam e confundem o coração. É nesta hora em que me pego alimentando sonhos de cotidianos estreitos, previsíveis.
Mas quando me enxergo na perspectiva de selar o passaporte e cancelar as saídas, eis que me aproximo de uma tristeza infértil.
Melhor mesmo é continuar na esperança de confluências futuras. Viver para sorver os novos rios que virão.
Eu sou inacabado. Preciso continuar.
Se a mim for concedido o direito de pausas repositoras, então já anuncio que eu continuo na vida. A trama de minha criatividade depende deste contraste, deste inacabado que há em mim. Um dia sou multidão; no outro sou solidão. Não quero ser multidão todo dia. Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só. Eu sou assim. Sem culpas."
Por Padre Fábio de Melo